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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Marina dispara e empata com Dilma em Belo Horizonte, revela pesquisa do Ibope


Foto Thays Cabette


A pesquisa está registrada no TRE sob o nº 74106/2010 e no TSE sob o nº 31796/2010. Foram realizadas 2002 entrevistas em 113 municípios mineiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A onda verde atingiu Belo Horizonte de forma avassaladora. A candidata do PV à Presidência disparou nas intenções de voto na capital mineira, de acordo com pesquisa Ibope realizada entre os dias 23 e 25 de setembro. Marina Silva atingiu 32%, de acordo com o levantamento.

Está empatada, assim, com Dilma Rousseff (PT), que tem o mesmo percentual (32%). José Serra, candidato do PSDB, vem em seguida, com 19%. No Estado inteiro, a presidenciável do PV subiu de 13% para 15%.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Surfe Pró Marina"

Na segunda etapa do Circuito Itanhaense de Surfe, que aconteceu nesse final de semana (26/09), na Praia dos Pescadores, os campeões do Long Board levaram “Marina” para o pódio.

Os atletas Luan Xavier, Tiago Lima, Kleber Silvando e Nielsen Mingardi, que fizeram a final da categoria, subiram no palanque para receberem as premiações com um painel que mostrava o rosto de Marina.

Dezenas de pessoas que estavam presentes curtiram a idéia e ficaram surpresas com a atitude dos surfistas.


Bora com Marina para o segundo turno!!!

“Diálogos Direto" Pró Marina”

A atividade organizada por jovens teve como proposta apresentar aos cidadãos e visitantes da cidade, parte do trabalho que Marina Silva irá desenvolver a frente da presidência da república.

No ato que aconteceu no centro de Itanhaém, foi possível mobilizar dezenas de pessoas que fazem parte do Movimento Marina Silva Presidente.

Panfletos, adesivos, máscaras foram apenas alguns dos materiais que os participantes receberam das mãos dos voluntários, que durante cerca de duas horas conversaram com o público, esclarecendo duvidas e convidando a todos, para conhecer as propostas de Marina para um Brasil justo, plural, responsável e sustentável.

Confiram as fotos da atividade























quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Diálogo direto Pró-Marina em Itanhaém – Seja+1


Buscando contribuir com a campanha nacional em torno da Candidatura da senadora Marina Silva a presidência da República, o Movimento MARINA SILVA PRESIDENTE, realizará em Itanhaem/SP, uma mobilização para apresentar as propostas da candidata para um Brasil Justo, Plural e Sustentável.

A idéia é através da participação de voluntários e militantes Pró – Marina na cidade, gerar o “diálogo direto” com a população itanhaense, com o intuito de convidar a todos a conhecer as propostas de Marina Silva.

Na atividade os participantes receberão material gráfico e lúdico da campanha, além de poder interagir com “Máscaras de Marina” junto da população.

Local: Praça Narciso de Andrade – Centro / Itanhaém-SP
Data: 25/09/2010
Horário: 15:00hs
Contato: João Malavolta / 13 97510332
E-mail: joaomalavolta@ecosurfi.org

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"Dos manos pras Marinasssss"

“O que falta hoje para esse País é ÉTICA na política”

As eleições estão ai, estamos acompanhando os candidatos falarem de suas propostas mirabolantes, investimentos pra lá e pra cá, para fazerem as transformações tão necessárias no País. Mas eu penso e creio que o problema hoje não passam pela falta de recur$os. O que falta mesmo para que os nossos problemas sejam resolvidos, apenas a Marina está falando. Ela diz: “O que falta hoje para esse País é ÉTICA na política” . Seja +1 Marina Silva Presidente

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Alan Dubner: As Pegadas da Marina Silva

Por: Deborah Dubner / www.itu.com.br

"Acredito que podemos agregarmos todas as tribos e juntos co-construirmos um Brasil de muitos"
Tenho certeza que a Mídia Social vai definir as eleições de 2010. Essa frase é parecida com uma afirmação que fiz, em julho de 2008, onde eu usava a palavra “Internet” no lugar de “Mídia Social”. Apesar da opinião dos nossos principais especialistas em política, que estavam no evento “Efeito Obama” em meados de outubro, eu acredito que teremos no Brasil um impacto parecido com o das eleições americanas de 2008. Os analistas políticos colocam muitos “porém”, “por causa disso ou daquilo”, mas na verdade não sabem do que estão falando porque ninguém sabe. Se você conseguir ir até o final desse texto terá uma boa ideia do porque dessa minha certeza.

Eleitorado Adormecido

Vamos começar pelo final, daqui a 11 meses, no dia 4 de outubro de 2010. Os eleitores Brasileiros vão escolher, através de suas próprias consciências, o que fazer. Primeiro devem avaliar se vão votar ou justificar, depois definir se há um candidato de sua preferência (mesmo os que não votarão). Essa simples equação terá passado por um complexo sistema de decisão até chegar na ação de votar.
Agora vamos voltar para trás e perceber claramente porque a mídia social vai alterar a balança em seu favor. Na última eleição presidencial o Lula obteve 46.662.365 votos no primeiro turno enquanto o Alckmin 39.968.369. Percebam que a diferença entre eles foi de 6.693.996 votos. As pessoas que resolveram anular o voto somaram 5.957.207 votos, apenas 736.789 a menos que a diferença. Outros 2.866.205 votaram em branco. O que realmente surpreende são os eleitores que optaram por não ir às urnas, 21.092.511.
No segundo turno não foi muito diferente: 23.914.714 de eleitores não compareceram às urnas, 4.808.553 anularam seu voto e 1.351.448 votaram em branco. Nas eleições anteriores (2002) também não foi diferente. Tivemos, no primeiro turno, 20.449.690 de eleitores que resolveram não votar enquanto o Serra recebeu apenas 19.705.061 de votos, além dos 6.976.107 votos nulos e 3.873.720 brancos. No segundo turno não compareceram às urnas 23.589.188 de eleitores enquanto 3.772.138 anularam e 1.727.760 votaram em branco.
Em 1998 foram 22.802.823 abstenções enquanto o Lula recebeu apenas 21.475.211 votos. As abstenções mais os nulos (8.887.091) e os brancos (6.688.371) somaram 38.378.285 enquanto Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição, no primeiro turno com 35.936.382 votos.
Em 1994 as abstenções, nulos e brancos somaram 31.409.533. Enquanto Lula recebia 17.126.291 votos, FHC venceu com 34.377.198 votos. Ou seja, há um gigantesco espaço de insatisfação com o atual modelo político que leva um grande contingente de pessoas a anular o voto, deixar em branco e principalmente nem comparecer para votar.
Se as pessoas realmente se motivarem a ir às urnas, se aqueles que protestam anulando seu voto encontrarem alguém merecedor, se os indiferentes perceberem a diferença e os jovens de 16 e 17 anos aderirem ao movimento... Ficou clara a diferença que pode fazer a mídia social através de um movimento colaborativo com um candidato que possa ser um símbolo dessa nova política?

Primeira Pegada

Em junho desse ano, atravessando a Serra da Bocaina com um grupo de amigos ambientalistas, eu tive 4 dias para explicar o que era Mídia Social e porque teria uma importância tão grande nas eleições de 2010. Normalmente, tenho apenas 1 hora numa palestra ou mais algumas em reuniões e conversas, mas ali estávamos em outro ambiente, em outro tempo. Entre as minhas questões para o Brasil estava o fato de que, tristemente, os candidatos conhecidos não tinham o perfil para ativar a Mídia Social. Lamentei também que, aparentemente, não estavam vendo o poder dessa ferramenta de cidadania e estavam sendo orientados por profissionais que não sabem o quanto não sabem. Falei que não me surpreenderia se aparecesse alguém totalmente novo que já vinha se preparando desde o início do ano e não aparecia no radar. Aquele diálogo fez com que um deles entendesse claramente do que se tratava e disse que existia um candidato com esse exato perfil: a Marina Silva.
Importante registrar que isso aconteceu no dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) a 1.600 metros de altitude no Pico do Gavião do Parque da Serra da Bocaina.
Demorei a entender porque a Marina Silva poderia ser “a” candidata. Já tinha recebido alguns e-mails de pessoas fazendo algum tipo de campanha com o nome dela. O maior problema era ela ser do PT, que além de representar justamente o que precisa ser mudado, tinha muitos pontos impossíveis de contornar para contarmos com a Mídia Social. Quanto mais eu entendia quem era a Marina, mais claro ficava que ela era “a” pessoa para representar esse movimento. Só o que ela já produziu de ações de sustentabilidade para o cenário dos candidatos e do país já lhe permite receber créditos pelas suas pegadas ecológicas.
Hoje acredito que temos uma ótima possibilidade de agregarmos todas as tribos e juntos co-construirmos um Brasil de muitos “Brasis”, cuidado por todos nós. Essa eleição extrapola as fronteiras nacionais. Ela é importante para todo o planeta. Que a miopia, temporária, dos especialistas políticos não nos desanime de “entrar nessa” agora mesmo!

Alan Dubner é diretor da Cybermind Comunicação Interativa, especializado em Marketing Digital, Pesquisa Digital e Internet.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Divulguem !!! "Amigos" e "inimigos" da Amazônia


Por: Claudia Andrade / UOL

O Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) divulgou nesta sexta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, a primeira edição do prêmio "Amigo" e "Inimigo da Amazônia", voltado para os parlamentares que atuam no Congresso Nacional.

A lista é dividida em duas categorias: "espécies nativas", para os parlamentares da região da Amazônia, e "espécies exóticas", para aqueles de outras regiões do país.

Amigos

Espécies nativas
Senadora Marina Silva (PT-AC)
Senador José Néri (PSol-PA)
Deputado Sarney Filho (PV-MA)
Deputado Paulo Texeira (PT-SP)

Espécies exóticas
Senador Aloízio Mercadante (PT-SP)
Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF)
Senador Renato Casagrande (PSB-ES)


Inimigos
Espécies nativas
Senadora Kátia Abreu (DEM-TO)
Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Senador Romero Jucá (PMDB-RR)
Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Deputado Homero Pereira (PR-MT)

Espécies exóticas
Deputado José Nobre Guimarães (PT-CE)
Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
Deputado Valdir Colatto (PMDB-SC)

Entre os inimigos da Amazônia, está a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), relatora da Medida Provisória 458 aprovada na última quarta-feira (3) no Senado, chamada pelos ambientalistas de "MP da grilagem". O texto permite a regularização de terras ocupadas na região da Amazônia.

Também entre os inimigos está o senador Romero Jucá (PMDB-RR), por ter, segundo os ambientalistas, liderado a bancada do governo na aprovação da MP 458 com rejeição dos destaques apresentados pela senadora Marina Silva (PT-AC), que poderiam melhorar a proposta na visão dos organizadores do prêmio.

A ex-ministra do Meio Ambiente, aliás, foi uma das premiadas como amiga da Amazônia, pelo "conjunto da obra".

No total, foram sete premiados como amigos da floresta e nove como inimigos. "Esperamos que, nas próximas edições, possamos aumentar os contemplados na categoria 'amigo' e reduzir os da categoria 'inimigo'", disse Esther Neuhaus, gerente executiva do FBOMS.

"Queremos mostrar para os parlamentares que a sociedade está atenta ao que eles estão fazendo e colocar um ponto de exclamação diante daqueles que têm atuação contrária à Amazônia".

Além do FBOMS, a comissão organizadora do prêmio contou ainda com integrantes do Greenpeace, Instituto Socioambiental, Imazon, MST e Amigos da Terra - Amazônia Brasileira.

Saiba mais no site da UOL

Marina Silva - Defendendo seus pares - Nós seres HUMANOS!!!

A senadora Marina Silva (PT-AC) enviou uma carta aberta ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo o veto de três artigos da medida provisória (MP) que permite a regularização de terras na Amazônia Legal. 

A matéria - aprovada no Senado sob a forma de um projeto de lei de conversão - será enviada ao presidente para sanção.- Da forma como foi aprovada, a proposta representa a legalização da grilagem - declarou ela ao anunciar a carta, nesta quinta-feira (4).

Segundo Marina Silva, um dos objetivos dos vetos é impedir que "aqueles que promovem a grilagem de terras, e colocam prepostos [laranjas] para cuidar dessas áreas, possam agora regularizá-las". 

A senadora ressaltou que os grileiros e os prepostos não podem ser confundidos com os posseiros - na quarta-feira, durante a votação da matéria, ela disse que um dos riscos da nova lei é que "aqueles que cometeram o crime de apropriação de terras públicas, os grileiros, sejam anistiados e confundidos com posseiros de boa fé".

Outro objetivo dos vetos, destacou ela, é garantir que a vistoria - "o instrumento mais importante de controle do processo de regularização fundiária" - seja aplicada inclusive para as terras com até quatro módulos fiscais (na região, um módulo fiscal equivale a cerca de 76 hectares). 

Marina lembrou que o texto aprovado no Senado dispensa da vistoria as áreas com até quatro módulos fiscais, que, segundo ela, "também podem apresentar irregularidades, inclusive com a presença de laranjas". No caso de terras de até um módulo fiscal, a parlamentar explicou que a dispensa da vistoria poderá ser concedida pelo governo durante o processo de regularização.

Além disso, os vetos também visam limitar a regularização de terras para as pessoas jurídicas que possuam outras propriedades rurais. Nesse caso, ela argumentou que há, na matéria aprovada pelo Senado, "uma anomalia difícil de ser percebida".
- Quem tiver várias empresas pode regularizar 1,5 mil hectares por cada empresa. E ainda poderá regularizar a si próprio como pessoa física - disse, acrescentando que "são formas de burlar [a lei]".

Retrocesso

Ao ser questionada sobre os possíveis impactos da nova lei sobre o meio ambiente e sobre a Amazônia, a senadora declarou que o texto, da forma como foi aprovado, "provocará um imenso retrocesso no processo de regularização fundiária que, timidamente, começava a avançar". Ela afirmou que, com a lei, 20% dos proprietários da região ("os grandes e médios proprietários") ficarão com aproximadamente 72% da área total, enquanto "os pequenos", que possuem terras de um a quatro módulos fiscais, ficarão com apenas 11,5% da área total.

- E os pequenos representam 80% dos proprietários da região - frisou.
Também conhecida como MP da Amazônia, essa matéria tramitou inicialmente como MP 458/09. Após ser modificada na Câmara dos Deputados, passou a tramitar como projeto de lei de conversão (PLV) 9/09.

Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eles não falaram !!!

Por: Marina Silva 

Foram duas horas, na casa de meu avô, no antigo seringal Bagaço, no Acre. 
Meu pai não tirava o ouvido do rádio, segurando o botão para manter a frequência e melhorar o chiado, a outra mão  agarrada à tábua que era o suporte do aparelho. Equilibrava-se ora num pé, ora noutro, sem arredar um minuto. 

Ele acompanhava a transmissão da posse do general Garrastazu Médici na Presidência da República, em outubro de 1969. A criançada ao lado, em silêncio, sabia só que estava acontecendo alguma coisa muito importante. 

Quando terminou, meu pai desligou o rádio, soltou os braços ao longo do corpo e olhou para minha mãe: "Ele não falou nada do aumento do preço da borracha". 

Na semana passada, me vi tendo a mesma reação de desânimo de meu pai. Li atentamente as entrevistas do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique à revista "Época" sobre as perspectivas do Brasil para 2020. E eles não falaram nada do meio ambiente. 

Para não dizer que não tocaram no assunto, um o abordou ainda como problema, e o outro como exemplo de um tema novo da globalização. Mesmo assim, "en passant". 

Claro, trataram de temas importantes, demonstraram ser duas das mais importantes lideranças brasileiras, mas ambos estão na agenda do século 20, não tangenciaram a mudança de perspectiva que é a marca do século 21. 

Os dois presidentes já tomaram iniciativas importantes na área ambiental, ambos têm discursos bem formulados a esse respeito, mas no improviso, parece que a coisa não vem de dentro. 

Parece não estar no cerne de sua concepção de futuro. 

Não reconhecem no Brasil, mais do que em qualquer outro país, o território propício ao surgimento de um modelo de desenvolvimento capaz de fazer a fusão concreta da justiça social sempre procurada, da dinâmica econômica e da dinâmica ambiental. 

No momento da decepção de meu pai, a empresa extrativista na Amazônia entrava em total decadência. 

As fazendas começavam a ocupar espaço, a campanha "integrar para não entregar" entrava no ar, fazia-se propaganda para a compra de terras na região. Um mundo entrava em colapso, e quem havia passado a vida dentro da mata se sentia perdido. 

Hoje, em âmbito incrivelmente maior, estamos num sistema em decadência e, novamente, não se tem uma visão estratégica de futuro, com sustentabilidade. O modo dominante de pensa está ancorado em questões compartimentadas. 

Há uma enorme dificuldade em reconhecer no ambiente natural o eixo integrador, a fonte dos limites, das oportunidades e do rumo que deve tomar a mudança estrutural que é a tarefa civilizatória do nosso século. 

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO – 01-06-09

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Palestra da Senadora Marina Silva

ECOINFORME

Palestra da Senadora Marina Silva promovida pelo Instituto de Estudos Avançados, que se realizará na tarde de 13 de abril próxima, no Auditório Camargo Guarnieri, que terá por debatedor do Prof. José Eli da Veiga (autor de Desenvolvimento sustentável: que bicho é esse?).

O tema é a Juventude ante o desafio do Desenvolvimento Sustentável, e o público alvo preferencial são líderanças juvenis e docentes do ensino médio.


Obs: informações e inscrições pelo fone (11) 3091-1678 ou e-mailsedini@usp.br

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