Mostrando postagens com marcador Ponto ORG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ponto ORG. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Todos por praias mais limpas

A campanha “Vamos Limpar o Mundo” 2010, aconteceu na cidade de Itanhaém e contou com a participação de voluntários por toda a cidade. As ações percorreram praias, ilhas, costões rochosos, rios, trilhas e matas ciliares.

Centenas de quilos de detritos foram retirados da área costeira. Todo o material coletado foi analisado através da qualificação por tipo e quantidade.

Os dados registrados foram sistematizados e enviados através do relatório de despoluição produzido pela Ecosurfi, para as organizações ambientalistas internacionais, a norte americana Ocean Conservancy e a australiana Clean Up the World.

Os números da campanha “Vamos Limpar o Mundo” 2010, vão servir de subsidio para a elaboração do diagnóstico sobre a contaminação dos oceanos por resíduos sólidos, que está sendo produzido pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Confira a galeria de fotos

Praia dos Sonhos e Praia dos Pescadores


Praia do Suarão


Praia do Gaivota e Rio Piaçaguera

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

SOS DO KURUPIRA - ATENÇÃO PESSOAL - MATA ATLÂNTICA


É isto ai gente amiga. SOS! Ma-mãe natureza clamando por todos nós no dia 26 de Outubro aqui em São Paulo. Quem vai atender o pedido dela???

Em jogo, as últimas áreas remanescentes do Litoral Paulista que estão preservadas desde muito antes de 1500 D.C.

São as RESTINGAS FLORESTAIS DE BERTIOGA

Após a Audiencia Pública, realizada em Bertioga, onde a grande maioria da população gritou alto e em bom tom: CHEGA DE DESTRUIÇÃO, a Fundação Florestal atendeu o pedido da sociedade e incluiu toda a Praia de Itaguaré na proposta de CONSERVAÇÃO.

O SOS é o seguinte: TERÇA-FEIRA, DIA 26 DE OUTUBRO, AS 09:00, haverá uma reunião do CONSEMA para avaliar a proposta da Fundação Florestal de criar o PARQUE ESTADUAL DAS RESTINGAS DE BERTIOGA e também outras Unidades de Conservação, formando assim o MOSAICO DE UCs de BURIQUIOCA.

TEMOS QUE ESTAR TODOS PRESENTES.

DAR O NOSSO APOIO PARA ESTA VITAL INICIATIVA DE CONSERVAÇÃO, QUE FOI FEITA EM CONJUNTO ENTRE O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, FUNDAÇÃO FLORESTAL E AS ONG'S AMBIENTALISTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO E TAMBÉM POR MORADORES DE BERTIOGA E REGIÃO.

VOCES, DAS REDES, LISTAS E ONG'S, NUNCA DECEPCIONARAM E SEMPRE FIZERAM A PARTE DE VOCES NESTA BATALHA POR UM NOVO MUNDO. AGORA É HORA DE NOVAMENTE LUTARMOS E LOTARMOS O AUDITÓRIO DO CONSEMA, DEMONSTRANDO O NOSSO APOIO PARA A CONSERVAÇÃO DESTES RAROS ECOSSISTEMAS LITORANEOS.

O endereço do CONSEMA é: Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 - Pinheiros - São Paulo/SP. É no prédio da CETESB, lá na Marginal do Rio Pinheiros.

Em anexo o mapa com a proposta do Mosaico Buriquioca de Conservação Ambiental da Fundação Florestal.

Vejam os videos da Audiencia Pública em Bertioga, ocorrido em 07 de Outubro: http://www.proam.org.br/tvproam.asp?ID=0

Quem puder assista a todos os videos. Excelente !!! A fala dos ambientalistas começam no video 8

E deixo aqui meu agradecimento pela existencia de todos voces. Todos, de todas as redes, dos orgãos públicos, os ING's os ONG's, os de lá e os de cá!!!

Para refletir : "Até o presente momento não encontramos vida em nenhum local da Galáxia. Só na Terra! Vejam como a vida é rara. tão rara....." Russel Mittermenier, Presidente da Conservation International em entrevista para a Revista Veja desta semana e ao final Lenine e suas influencias tropicalistas....

Até gente, repassem em vossas listas.


Daniel Kurupira
ibiosfera.org.br

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Relatório da WWF diz que humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer

Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças

Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje já consumimos 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.

Os dados são da edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicada mundialmente na quarta-feira (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500
espécies.

A pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, utilizamos o equivalente a um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida. Se continuarmos a viver além da capacidade do planeta, aponta o relatório, até 2030 precisaremos de uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas. 

Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a conseqüente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil –, que também são as mais pobres, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais.

Segundo o relatório, nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies, graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.

“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados  nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF.

O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.

Clique aqui para ler a versão completa do relatório.

Consumo desigual
O relatório reafirma um dado que já é conhecido: além de excessivo, o consumo é desigual. O excesso é predominante em nações mais ricas. Apenas os 32 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo das economias mais ricas e industrializadas do planeta – são responsáveis pelo consumo de 40% dos recursos disponíveis. 

Brasil, Rússia, índia e China não fazem parte da OCDE, mas, somados, têm o dobro dos habitantes dos países do grupo. E o relatório alerta que, mantido o atual modelo de desenvolvimento, os chamados países emergentes seguirão a mesma trajetória de degradação ambiental dos ricos.

“Seriam necessários quatro planetas e meio para atender a uma população mundial (6,8 bilhões de pessoas) com um estilo de vida equiparável ao de quem vive hoje nos Emirados Árabes ou nos Estados Unidos", alerta Leape.

Mudanças climáticas
Segundo o documento, devido ao aumento da geração e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, causado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e processos industriais, o planeta entrou em uma espécie de “cheque sem fundo” ecológico.

Nossa pegada de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, aumentou em 35% nos últimos 20 anos e atualmente é responsável por mais da metade da pegada ecológica global.

Segundo o documento, os dez países com a maior pegada ecológica per capita são: Emirados Árabes Unidos, Catar, Dinamarca, Bélgica, Estados Unidos, Estônia, Canadá, Austrália, Kuwait e Irlanda.  O Brasil ocupa a 56º posição neste ranking.

Mais uma vez, a maior pegada é a dos países de alta renda. Em média, a pegada desses países é cinco vezes maior do que a dos países de baixa renda. 

“As espécies são a base dos ecossistemas,” afirmou Jonathan Baillie, diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, entidade que participou do levantamento.  “Ecossistemas saudáveis constituem as fundações de tudo o que nós temos – se perdemos isso, destruímos o sistema do qual depende a vida”, completou Baillie.

Brasil
O Brasil possui uma alta biocapacidade – relação entre a área disponível para agricultura, pastagem, pesca e florestas e o potencial de produtividade –, mas isso não nos coloca em uma situação confortável.

“A redução da desigualdade com aumento do poder aquisitivo da população brasileira é uma conquista positiva. No entanto, também nos coloca frente a um grande desafio que é o de crescer sem esgotar nossos recursos naturais”, destaca a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.

Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, o consumo das riquezas naturais é indispensável para a vida no planeta e é fator determinante do crescimento econômico. “O que precisamos é consumir menos e diferente. Ou seja, consumir de forma mais responsável, buscando um equilíbrio entre nossas necessidades e a capacidade da renovação da Terra”.

“O principal benefício do relatório é servir de ferramenta para os tomadores de decisão estimularem uma economia de baixo carbono, uma economia verde, criando novas oportunidades de crescimento para o país e protegendo os serviços ecossistêmicos que são a base de nosso desenvolvimento econômico”, afirma Hamú.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ondas protegidas


Por: João Malavolta/
Ecosurfi

Marco histórico na proteção recente do litoral paulista pode acontecer nessa próxima quinta-feira (07/10). Trata-se audiência pública que deve definir a criação da Unidade de Conservação (UCs) em Bertioga.

Organizações Não Governamentais, Sociedade Civil, Poder Público e demais atores se mobilizaram nos últimos anos para defender uma das últimas áreas de restinga semi-intocada do estado de São Paulo.

Com um contínuo florestal com mais de 8 mil ha, reduto de praias desertas, fauna e flora exuberante com características peculiares por conter preservados trechos de restingas, a região da Praia do Itaguaré em Bertioga, que também engloba as fozes dos rios Itaguaré e Guaratuba e a floresta localizada entre a rodovia Mogi-Bertioga, está sendo o  foco de grandes debates sobre a legitimidade e necessidade da criação dessa UC.

De um lado os interesses privados de minorias que se alicerçam nas bases ruídas do Poder Público Estadual e Municipal, setores do empresariado e de outro, o Movimento Ambientalista, que se faz presente através de um “pool” de ONGs.

O projeto identificado como “Polígono Bertioga”, prevê que sejam demarcadas como UCs uma área que mantém a conexão ecológica entre o Oceano Atlântico e a Serra do Mar, permitindo o livre fluxo das espécies ali presentes e a manutenção dos processos biogeoquímicos.

A proposta se norteia pela necessidade de garantir a proteção integral da área e foi selecionada e construída a várias mãos por apresentar alta conservação de fisionomias vegetais pouco representadas no Sistema Paulista de Unidades de Conservação, alto grau de ameaça à sua integridade, e forte mobilização da sociedade pela sua proteção.

Apelo à comunidade do Surfe

Altas ondas, sossego, sombra e água fresca, o quê que falta? Nada né!

Mas na verdade falta muita coisa ainda. Se olharmos do ponto de vista da não participação da comunidade do surfe nos espaços decisórios, quando se esta debatendo o futuro da litoral, das ondas, dunas, restingas e demais ecossistemas associados é possível assistir  a apatia de uma maioria que parece que pega carona no ativismo da minorias mobilizadas que estão propondo ressignificar os verdadeiros valores da cultura surfe, que intimamnte está associada ao cuidar das nossas praias e oceanos.

Com a proposta de alavancar a bandeira do surfe enquanto seguimento social, que deve incorporar o protagonismo na defesa das causas ambientais, a Ecosurfi com o apoio do WWF-Brasil levou para diversos eventos do esporte nesse último semestre um “abaixo-assinado gigante”, que traduziu com frases e mensagens o desejo dos surfistas de boa parte do Brasil para que a UC de Bertioga seja criada.

O tecido que conta com centenas de assinaturas será entregue aos representantes do Governo do estado de SP nesta quinta-feira durante a audiência que possibilitará a criação do “Polígono Bertioga”.

Essa é mais uma ação que deve garantir que as boas ondas da Praia do Itaguaré continuem quebrando do jeito que se conhece, e que a região adjacente não sofra com a especulação imobiliária que vem dizimando comunidades caiçaras por todo o litoral brasileiro.

Surfista, você é ou está sendo?

Se você é, participe da Audiência Pública para garantir mais um espaço preservado no nosso litoral. 

Local: Prefeitura de Bertioga/SP
Data: 07 de outubro de 2010
Horário: 18hs
Saiba mais em :
www.fflorestal.sp.gov.br

Confira na integra a contribuição das ONGs para o projeto da criação da UCs / Bertioga


contribuicoes_WWF_e_ONGs

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Campanha VLM é transferida para outubro


A campanha Vamos Limpar o Mundo – Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias que seria realizada nesse último final de semana (25/09), em Itanhaém, foi transferida em virtude do mal tempo. No sábado em que a ação seria realizada em 11 pontos da cidade, e iria atingir cerca de 7,5 quilômetros de praias e costões rochosos, foi comprometida pela chuva, que impossibilitou o trabalho das equipes.

Nova data foi marcada, porém devido à agenda de compromissos da Ecosurfi nessas próximas semanas, a atividade está prevista para acontecer no dia 31 de outubro (final de semana com feriado), no mesmo formato que foi divulgado e firmado com todos os parceiros e voluntários envolvidos.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Torne Verde o seu Mundo

Aceite o desafio ainda hoje; mostre seu comprometimento com o Meio Ambiente


Como você está provocando um impacto ambiental?  Participantes de cerca de 75 países aderiram ao desafio da IEEE (maior associação técnica profissional do mundo), lançado em 5 de junho último (Dia Mundial do Meio Ambiente), e comprometeram-se a  mudar seus estilos de vida rotineiros, adotando um, ou mais, dos seguintes desafios: reciclagem de produtos eletrônicos, redução do consumo de água em casa, desconectar da tomada aparelhos eletrônicos que não estivessem em uso e reflorestar suas comunidades (press release: http://www.ieee.org/about/news/2010/1june_2010.html).

Entre todos participantes, o resultado global foi o seguinte:

· 36% escolheram o item “Cada Gotinha Conta”, sobre redução do consumo diário doméstico de água;
· 24% optaram por “Reflorestar sua Comunidade”, plantando uma árvore;
· 18% comprometeram-se com o desafio de tirar da tomada os “Vampiros da Energia”, desconectando os aparelhos eletrônicos que estavam em stand-by.
· 13% decidiram adotar lâmpadas de energia eficientes, substituindo lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas (CFLs) ou lâmpadas com diodos emissores de luz (LED); e
· 9% reciclaram seus aparelhos eletrônicos antigos optando pelo item “Seja um Herói do e-Lixo”.

Os resultados, por país, mostram o percentual de participantes que aderiram ao desafio: Tailândia (27%), Líbano(22%), Estados Unidos (15%), Peru (10%), Índia (8%), Filipinas (2%) e Brasil (2%). É possível encontrar o resultado completo por país e por desafio, em  www.ieeegreenyourworld.org/results.html .

Você pode ainda escolher um  desafio e mostrar seu comprometimento com estas causas ambientais no IEEE Green Your World Challenge, seguir os resultados no Twitter (@IEEEorg),  juntar-se a mais de 350 fãs de todo o mundo na página oficial do Facebook do IEEE Green Your World.

O IEEE, maior associação mundial de técnicos profissionais, dedica-se ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Por meio de suas publicações, utilizadas amplamente como referência, conferências, normas tecnológicas e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é a voz confiável em várias áreas, que vão desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações à engenharia biomédica, energia elétrica e eletrônica de consumo. Saiba mais em http://www.ieee.org

terça-feira, 22 de junho de 2010

Guarujá recebeu oficina do projeto Rio do Nosso Bairro

Áreas verdes ou vazios urbanos?


Oceanógrado Fabrício Gandini

O primeiro seminário da Oficina 01 (Baixada Norte), do projeto Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando das Águas, aconteceu no Guarujá e contou com a presença de professores de 25 escolas que participam do projeto na Região Metropolitana da Baixada Santista.

Durante a atividade que foi facilitada na parte da manhã pelo oceanógrafo Fabrício Gandini, que em sua apresentação mostrou o contexto da ocupação desordenada na Baixada, frisando o panorama em que se encontra a gestão dos recursos hídricos, numa dimensão em que o avanço descontrolado da expansão demográfica sobre os mananciais gera a negação dos rios pelas gestões públicas.

Gandini comenta a atual visão da maioria dos gestores, que enxergam e entendem de maneira míope as áreas verdes como “vazios urbanos”. 

“Quase todas as áreas verdes que ainda estão de pé na nossa região são importantes ambientes para a proteção dos mananciais, uma vez que toda a água produzida pela Serra do Mar é depositada no nosses locais”.

Outro ponto destacado pelo Oceanógrafo, trata do conceito de segunda moradia que a região possui. “A lógica de utilizar a Baixada Santista como local para veraneio é um grande fator de pressão sob recursos hídricos, com isso é necessário esforços para a proteção e gestão responsável desse bem natural e utilização do solo”.

Relato dos professores
Professores na roda de partilha

Após a apresentação foi à vez dos professores relatarem como está a prática do projeto dentro das escolas.

Numa roda de partilha os educadores comentaram e tiraram duvidas sobre a metodologia do processo de Mapeamento Socioambiental Participativo que já estão realizando junto com os alunos.

Algumas fotos das primeiras atividades desenvolvidas pelos descentes foram apresentadas. As imagens documentavam visitas com grupos de alunos aos locais que serão mapeados: rios, nascentes, estuário etc.

O ponto positivo da troca de conhecimentos entre os mapeadores e mapeadoras, foi possibilitar exemplos de ações praticas que fortaleçam o intercambio de informações para a grande rede que está se formando pela gestão responsável dos recursos hídricos numa perspectiva das “escolas cuidando da água”.

A comunidade também educa
Biólogo e educador Cesar Pegoraro

No período da tarde o biólogo e educador ambiental Cesar Pegoraro foi quem conduziu parte dos trabalhos.

O Educador inicia a sua fala discorrendo sobre as formas da aplicação das práticas pedagógicas na escola num método que englobe as formas de ser, de estar e de agir dos professores, para com os alunos, no sentido que isso garanta o interesse dos educandos no processo das práticas do projeto Rio do Nosso Bairro.

Relatando a sua impressão sobre o parecer dos professores no que toca a parte da execução do trabalho no âmbito escolar, Pegoraro argumenta sobre a importância de se estudar a comunidade.

“O que acontece com os corpos d'agua é reflexo direto de como a comunidade esta utilizando esse recurso, desta forma, conhecer bem o local a ser analisado é necessário para que tenhamos um trabalho que atenda os objetivos do projeto”.

De acordo com o Biólogo através do estudo de meio é possível gerar reflexões e diálogos. "Temos que focar o trabalho para a contrução de conhecimentos que abram caminhos e permitam transmitir as decisões para o controle cidadão nas ações do poder público, tudo isso para garantir a democracia com participação efetiva da sociedade".

Para ver a galeria de fotos Click Aqui

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Rede de escolas mapeia os recursos hídricos da Baixada Santista

Unidades de Ensino de toda a região participam de projeto de educação ambiental voltada para o saneamento
Mapa espacial da Região Metropolitana da Baixada Santista

O projeto da Ecosurfi - Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando das Águas inicia nesse sábado (12) a sua fase de oficinas de mapeamento socioambiental participativo, desenvolvimento e acompanhamento de projetos.

Com a bagagem de três seminários realizados na etapa 02 e a participação de mais de 70 professores de 36 escolas da Baixada Santista em cada encontro, foi possível trabalhar matérias como saneamento ambiental, participação social, educomunicação, educação ambiental, métodos participativos, entre outros.

O inicio dessa nova fase será marcada pela atuação dos professores dentro das unidades escolares. Por meio de projetos de mapeamentos socioambientais participativos eles irão, com os alunos, documentar a situação das áreas no entorno das escolas, dentro da perspectiva de sustentabilidade, organização e desenvolvimento social na bacia hidrográfica.

Tendo como objeto desta primeira oficina a questão da ocupação urbana e desenvolvimento na Baixada Santista, o titulo/tema abordado será, “Baixada Santista: dos índios ao pré-sal”.

A proposta desta formação é apresentar um panorama do processo de ocupação e desenvolvimento da Baixada Santista, enfatizando os impactos nos mananciais, rios, mangues e praias da região e as estruturas de apoio à sociedade que surgiram para suportar o uso da água (equipamentos de saneamento, CBH etc).

São os formadores dessa oficina o Biólogo e educador ambiental Cesar Pegoraro, que possui longa experiência em mobilização social e educação ambiental voltada para os recursos hídricos, juntamente com o Oceanógrafo Fabricio Gandini, que é diretor do Instituto Maramar e tem vasto conhecimento em projetos e pesquisas sobre os recursos hídricos e costeiros com comunidades da Baixada Santista..

A oficina 01 (Baixada Norte) acontece para as cidades de São Vicente, Santos, Guarujá, Cubatão e Bertioga nesse sábado (12), das 9h00 às 17h00hs na UNAERP Campus Guarujá, Avenida Dom Pedro I, 3300, Guarujá. E no sábado seguinte (19), a atividade acontece em Peruíbe, para professores e professoras de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande (Baixada Sul).

Maiores informações podem ser obtidas na Comunidade Virtual (www.riodonossobairro.org.br) ou pelo telefone 13 3426-8138

segunda-feira, 22 de março de 2010

Milhares vão às ruas de Peruibe/SP protestar pela preservação da água

Presença em massa da juventude da Baixada Santista mostra comprometimento com o meio ambiente



Faixas, bandeiras e cartazes pedem pela preservação da água

Por Comunicação Ecosurfi

Hoje de manhã quase quatro mil pessoas tomaram as ruas de Peruibe, no litoral sul de São Paulo, para se manifestar pelo envolvimento das escolas na gestão sustentável dos recursos hídricos. A ação marca as comemorações do Dia Mundial da Água, que desde 1992 é comemorado em 22 de março e, na Baixada Santista, é marcado anualmente pela Semana e Caminhada Metropolitanas da Água.

Em sua 5° edição a Caminhada da Água promoveu um grande arrastão. Milhares de jovens e professores de escolas das nove cidades da Baixada Santista percorram as principais ruas do centro de Peruibe portando faixas e cartazes, demonstrando a preocupação da juventude com os recursos hídricos na região.


Multidão garante sucesso do evento

Entre aqueles que prestigiaram o evento estavam à prefeita de Peruíbe, Milena Bargieri, vereadores do município e o Secretário de Meio Ambiente de Santos, Fábio Nunes (Fabião).


Jovens pela gestão responsável das águas

A Caminhada foi apenas o início. Até novembro, quando acontecerá a I Conferência Metropolitana de Escolas Cuidando da Água, a região terá uma experiência muito importatnte para fortalecer a Educação Ambiental. “Agora vamos nos preparar para a próxima etapa, que é a formação de professores de 36 escolas da Baixada para o desenvolvimento de Mapas Verdes destas 36 comunidades”, fala André Barbosa, um dos coordenadores do projeto da Ecosurfi - Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando da Água.


Quase 4 mil pessoas participam da Caminhada da Água

A Semana da Água é tradicionalmente realizada pela Comissão de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE-ED/CBH-BS). Este ano ela integra o projeto Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando da Água, realizado pela ONG Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas em parceria com a CE-ED/CBH-BS, Prefeitura Municipal de Peruíbe e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE). Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO).

Todos juntos somos fortes!!!







quinta-feira, 18 de março de 2010

Ecosurfi e CBH/BS realizam a 5° Caminhada Metropolitana da Água

Encontro deve reunir no próximo dia 22 em Peruíbe mais de 4 mil alunos de todas as cidades da Baixada Santista no Dia Mundial da Água

Por Comunicação Ecosurfi

Terminando as comemorações da Semana da Água o Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista, através da sua Comissão Especial de Educação Ambiental e Divulgação, Prefeitura de Peruíbe, em conjunto com a Ecosurfi, realizam a maior mobilização da região pela proteção e preservação dos Recursos Hídricos.

Jovens mobilizados pela proteção da água (foto arquivo)
Realizada desde 2006, a já tradicional “marcha da água” reúne milhares de jovens das escolas públicas e particulares dos 09 municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista e encerra a Semana Metropolitana da Água no próximo dia 22 (segunda-feira). A cada ano a caminhada é realizada em uma cidade diferente e tem a proposta de, no Dia Mundial da Água, divulgar na Baixada Santista os trabalhos desenvolvidos pelo CBH/BS.

Durante a caminhada os alunos percorrerão cerca de 1,2 km levando bandeiras, faixas e cartazes que pedem pela proteção do principal recurso mineral do Planeta, a Água.

Escolas durante a caminhada (foto arquivo)
Neste ano a caminhada tem seu ponto de concentração no CIT (Centro de Informações Turísticas de Peruibe) na Av. Governador Mário Covas s/n° - Praça Melvin Jones, à partir das 08hs.

Mapa da Caminhada
Sobre o Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia no link abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Conheça a Declaração Universal dos Direitos da Água

A Semana da Água é tradicionalmente realizada pela Comissão de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE-ED/CBH-BS). Este ano ela integra o projeto Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando da Água, realizado pela ONG Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas em parceria com a CE-ED/CBH-BS, Prefeitura Municipal de Peruíbe e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE). Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

Sessão Solene inicia a 8°Semana Metropolitana da Água na Baixada Santista

Representantes da sociedade civil e autoridades marcam presença na Câmara Municipal de Peruíbe

Por Comunicação Ecosurfi

A Sessão Solene que deu início as atividades da 8° Semana Metropolitana da Água na Baixada Santista promoveu o encontro de autoridades do poder público, membros de organizações da sociedade civil da região e da população da cidade de Peruíbe/SP.

Mesa composta pelas autoridades
Cerca de 150 pessoas foram recebidas pelo Coral dos Funcionários Públicos de Peruíbe que alegrou a noite nas dependências da Câmara Municipal da cidade.

A mesa de abertura foi composta pelo Secretário Executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista, o engenheiro José Luiz Gava, o Coordenador da Comissão Especial de Educação Ambiental e Divulgação do CBH/BS, Francisco Gomes Costa Neto, o comandante e Sub-tenente do Exército Brasileiro Oliveira, representando a Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretária do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Ana Luiza Serra e a Prefeita Municipal de Peruíbe, Milena Bargieri.

Público participante
Também estavam presentes secretários municipais das cidades da região, vereadores e educadores e educadoras das escolas que participarão do projeto Rio do Nosso Bairro.

O cerimonial de abertura foi conduzido e preparado por dois jovens de 15 anos que fazem parte do projeto Ecogalera da Ecosurfi, que desenvolve atividades voltadas para o protagonismo juvenil frente ao desafio da sustentabilidade planetária.

Educação na gestão dos Recursos Hídricos

A programação também permitiu a realização da palestra sobre Educação Ambiental na gestão das águas. A explanação sobre o tema foi proferida pela Educadora Socioambiental da ONG 5 Elementos Camila Mello, que falou com muita propriedade sobre projetos políticos pedagógicos em educação para água, citando exemplos bem sucedidos no interior do estado, em outras Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos (UGRH).

Educadora Camila Mello
Em seguida foi apresentado por Bruno Pinheiro, o projeto Rio do Nosso Bairro da Ecosurfi, que nesse ano incorporou a 8° Semana Metropolitana da Água e a 5° Caminhada da Água.


As ações do projeto Rio do Nosso Bairro vão integrar as 09 cidades da Região da Metropolitana da Baixada Santista (Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, São Vicente, Santos, Cubatão, Guarujá e Bertioga) por meio da produção de Mapas Verdes que diagnosticará a realidade socioambiental das comunidades que as escolas estão inseridas.

Bruno Pinheiro explanando sobro projeto Rio do Nosso Bairro
No total participarão quatro escolas por município, totalizando 36 estabelecimentos de ensino, que ao longo de 2010 que trabalharão durante 08 oficinas com temas como: Educação Ambiental, Saneamento Básico, Educomunicação e Redes.

São as escolas:

Peruibe
EM José Roberto Preto
EM José Veneza Monteiro
EE Padre Vitalino Bernini
EE Maya Alice Ekman

Itanhaém
EM Dalva Dati Ruivo
EM José Teixeira Rosas
EM Mª Aparecida Amêndola Soares
EE Mª da Conceição Luz

Mongaguá
EMEF Vera Cruz
EMEF José Cesário Pereira Filho
EMEF Balneário Regina Maria
EMEF Vereador José Carlos de Freitas

Praia Grande (Aguardando informações)

São Vicente
EM José Meirelles
EM Matteo Bei
EM Mário Covas
EM Pastor Joaquim Rodrigues da Silva

Santos
UME Ayrton Senna da Silva
UME Oswaldo Justo
UME Lourdes Ortiz
UME dos Andradas

Guarujá
EM 1º de Maio
EM Profª Dirce Valério Gracia
EE Francisco Figueiredo
EE Lucimar de Jesus Vicente

Bertioga
EMEF Dino Bueno
EMEF Jardim Vista Linda
EMEIF Del Phino
EMEIF Guaratuba

Cubatão
UME Padre José de Anchieta
UME Dr. Ulysses Silveira Guimarães
UME Prof. Dr. Luiz Pieruzzi Netto
UME Bernardo José Maria de Lorena

A Semana da Água é tradicionalmente realizada pela Comissão de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE-ED/CBH-BS). Este ano ela integra o projeto Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando da Água, realizado pela ONG Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas em parceria com a CE-ED/CBH-BS, Prefeitura Municipal de Peruíbe e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE). Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Peruíbe recebe a 8ª Semana Metropolitana da Água



Já tradicional na região, Campanha este ano debate a participação das escolas na gestão das águas; em seguida 36 escolas desenvolverão projetos de mapeamento de microbacias

Por Comunicação Ecosurfi

Dona da maior disponibilidade hídrica do estado de São Paulo, a Baixada Santista receberá a partir da próxima segunda-feira a VIII Semana Metropolitana da Água, que sempre traz o lema “A Ordem é Água Limpa”. As atividades começarão dia 15 de março, às 19h, na Câmara Municipal de Peruíbe, com a Solenidade de Abertura.

Na ocasião acontecerá a abertura oficial da Semana da Água, o lançamento do projeto da Ecosurfi - Rio do Nosso Bairro - Escolas Cuidando da Água, a apresentação das 36 escolas inscritas no projeto e uma palestra sobre Educação Ambiental na Gestão das Águas. Participarão autoridades da região e do município de Peruíbe e representantes das Secretarias Municipais de Educação e da Diretoria Regional de Ensino.

A prefeita de Peruíbe, Milena Bargieri, o presidente do CBH-BS (Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista) e prefeito de São Vicente, Tércio Garcia, e o Secretário de Meio Ambiente de Santos, Fábio Nunes, são presenças confirmadas. O evento contará também com a presença de um representante da Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Já o encerramento acontecerá dia 22 de março, Dia Mundial da Água, quando cerca de 4 mil alunos e alunas de escolas públicas dos nove municípios da Baixada Santista se reunirão em Peruíbe para uma das maiores mobilizações da região, a 5ª Caminhada Metropolitana da Água. Serão ao todo três ônibus de cada cidade da região, além dos alunos de toda a rede municipal e estadual de Peruíbe. Entre os dias 15 e 22, todas as escolas que participarão da Caminhada vão trabalhar a temática com os alunos e elaborar materiais para a campanha.

A VIII Semana da Água dá início a um processo que envolve 4 escolas de cada município para o desenvolvimento de mapeamentos de microbacias, atrelados a atividades formativas de professores. Este processo termina no final do ano, com a realização da I Conferência Metropolitana de Escolas Cuidando das Águas da Baixada Santista e com a publicação de um livro com as experiências das escolas.

A Semana da Água é tradicionalmente realizada pela Comissão de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE-ED/CBH-BS). Este ano ela integra o projeto Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando da Água, realizado pela ONG Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas em parceria com a CE-ED/CBH-BS, Prefeitura Municipal de Peruíbe e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE). Os recursos são oriundos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

Saiba mais sobre
(13) 3426-8138

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Revista EA do Senac destaca o programa Surfe Sustentável da Ecosurfi

Na edição 2010 da Revista "Educação Ambiental" do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), entre os destaques da publicação está o programa Surfe Sustentável da Ecosurfi, que vem se consolidando como referência no engajamento dos surfistas que buscam contribuir com a preservação e proteção dos mares, praias e oceanos.

Assim como outras iniciativas que visam despertar a consciência ambiental entre os praticantes dos esportes radicais, o programa Surfe Sustentável está se destacando entre a comunidade so surfe, em razão das formas de interação que a proposta oferece.

Ações como seminários presenciais, fóruns de discussão via Internet (www.surfsustentavel.org), servem como canais de articulação e difusão dos conceitos da proposta.

A matéria que tem como título, "Na onda da sustentabilidade", também aborda esportes como escalada, montanhismo, canionismo entre outros.

Sobre a Revista

A revista Senac / Educação Ambiental é semestral e foi lançada durante a Eco-92, e apresenta ao leitor artigos ligados ao tema do meio ambiente, como educação ambiental, turismo, soluções sustentáveis, saúde, biodiversidade, cultura, formação profissional e qualidade de vida. Saiba mais

Confira a matéria com a Ecosurfi

Click na imagem para ampliar

Click na imagem para ampliar

Conheça a revista na intergra Click Aqui

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Instituições que não participam do CBH-BS marcam eleição do Fórum da Sociedade Civil

Dezenas de entidades surgem para as eleições; Ecosurfi passa a ocupar cadeira de titular no CBH-BS



Por Bruno Pinheiro (Ecosurfi)

O Fórum da Sociedade Civil do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CBH-BS) renovou sua composição para 2010/2011, em eleição realizada no dia 12 de dezembro na Câmara Municipal de São Vicente. A Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas assumiu cadeira de titular como entidade de defesa do meio ambiente.

A participação de instituições da sociedade civil na eleição foi surpreendente em relação à presença das mesmas nas reuniões ordinárias do Comitê. Geralmente, de uma a três entidades comparecem a cada reunião. Em comparação, cerca de 60 organizações, a maioria delas de Cubatão, apareceram para a eleição. No total, são mais de 500 organizações cadastradas no CBH-BS.

Mesmo sem ter cadeira no CBH-BS até então, a Ecosurfi já era ativa na Comissão Especial de Educação e Divulgação (CE-ED) do Comitê. A atuação da entidade está voltada a contribuir para o enraizamento da Educação Ambiental junto aos projetos e instâncias do saneamento ambiental e recursos hídricos da Baixada Santista.

comitê bacia hidrográfica baixada santista cbh-bs recursos hídricos ecosurfi“A grande interrogação para nós é o porquê, mesmo sem atuar no Comitê, estas instituições, sobretudo de Cubatão, mandam representantes para todas as eleições”, reflete o dirigente da Ecosurfi, André Barbosa. Segundo ele, se elas não atuam no Comitê, mas aparecem sistematicamente para votar, pode ser em benefício de algumas organizações em particular.

Para Barbosa, isto é motivo de preocupação, principalmente em função da grande quantidade de recursos financeiros que circundam o CBH-BS, oriundos da gestão dos recursos hídricos.  A partir de janeiro de 2011 começa a cobrança da água, vai haver um boom na disponibilidade de recursos para projetos ligados ao saneamento e educação ambiental na região. Entretanto, a presença da sociedade civil organizada é sim um "fator positivo" na gestão dos recursos hídricos.

“Precisamos de instituições comprometidas com o controle social da aplicação destes recursos, privando pelas necessidades e direitos dos vários usuários da água. Não é possível participar do Comitê de dois em dois anos, somente nas eleições”, conclui o dirigente da Ecosurfi. É necessário, ainda, investir mais na capacitação de ONGs e associações para atuar nos Comitês de Bacias.

comitê bacia hidrográfica baixada santista cbh-bs recursos hídricos ecosurfiO CBH tem composição tripartite entre governos estadual, municipais e sociedade civil. Presidida pelo presidente do Sindicato dos Químicos de Cubatão, Herbert Passos Filho, a eleição escolheu, no total, 18 entidades para integrar o CBH-BS pelos próximos dois anos. Elas assumirão suas respectivas cadeiras no dia 1º de abril de 2010.

Gestão das águas da Baixada Santista
Durante reunião ordinária no dia 9 de dezembro, três dias antes da eleição, o CBH-BS debateu a inclusão do município de Itariri no Comitê. Integrante originalmente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Vale do Ribeira e Litoral Sul, o município tem parte de seu território na bacia da Baixada Santista. Por ser uma questão complexa e envolver uma série de pendências que não puderam ser resolvidas na ocasião, o plenário resolveu analisar a proposta durante mais um tempo, apesar de receber muito bem a proposta, apresentada pelo prefeito de Itariri, Dinamérico Gonçalves Peroni.

Nesta mesma reunião, foi aprovado o Relatório de Situação dos Recursos Hídricos da Baixada Santista, responsável por justificar a distribuição e utilização dos recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), de acordo com as demandas regionais. O Relatório apresenta, com dados e detalhes, a avaliação do Comitê sobre a utilização dos recursos do FEHIDRO e a consecução das metas do Plano de Bacia.

Outro ponto importante da reunião foi a decisão de não se criar uma Câmara Técnica de Cobrança da Água. A proposta foi apresentada com o intuito de analisar e elaborar um prospecto da cobrança da água na Baixada Santista, que começará em janeiro de 2011. Entretanto, as competências desta Câmara Técnica iriam sobrepor-se às das Câmaras Técnicas de Usos Múltiplos e de Planejamento, motivo que levou o plenário a rejeitar sua criação.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

RT/:/ O Eco - Acesso restrito na COP 15

(Por: Cristiane Prizibisczki / O Eco)

Quem deixou para chegar a Copenhague na segunda semana de negociações da Conferência do Clima pode ficar de fora. No Bella Center, o pavilhão que abriga a convenção, a espera na fila para credenciamento pode passar de cinco horas, avisa um painel na entrada da COP-15. E isso não é garantia de que ela será concretizada.

Somente ontem, primeiro dia da segunda etapa das negociações, quando ministros e chefes de estado decidem se aceitam os termos do novo acordo, foram feitas 3,5 mil credenciamentos. Para minimizar a confusão entre os participantes que já têm credencial e os novos credenciamentos, a organização criou um sistema de cotas para entidades não-governamentais.

A partir desta terça, as ONGs que quiserem entrar no Bella Center terão de apresentar um crachá adicional, distribuído pela organização. O problema é que a cota de cada grupo é bem menor do que o número de participantes. Quinta-feira, somente mil representantes de organizações não-governamentais terão entrada permitida. Na sexta, o número cairá para apenas 90 pessoas. A decisão foi tomada para que os delegados e chefes de estado possam se “concentrar” nas negociações.

O número divulgado até o momento é de 45 mil solicitações para credenciamento, o que é três vezes mais do que a capacidade do local onde a COP-15 está sendo realizada. Hoje, a entrada foi mais bem organizada, com filas separadas por categorias: novos participantes, delegados, conferencistas e imprensa. Mas, na segunda, o caos imperava na frente do Bella Center, com centenas de pessoas se engalfinhando para conseguir ultrapassar a barreira policial. Algumas pessoas já falam em colapso e começam a correr rumores de uma manifestação para os próximos dias.

Durante coletiva de imprensa na manhã de hoje, o secretário-geral da Convenção do Clima, Yvo de Boer assumiu a culpa pelas longas filas e garantiu que tem feito o possível para resolver o problema. “Não podemos colocar um pé número 12 num sapato número 6. Nós poderíamos ter parado o registro depois que atingimos 15 mil pessoas, mas tem gente que vem numa primeira semana, outros na segunda semana, etc. Estou fazendo esforço com o setor de segurança para colocar as pessoas para dentro o mais rápido possível, dando prioridade para as delegações, para que tenhamos a discussão resolvida no final da semana”, disse o secretário da Convenção do Clima.

Fonte: O Eco

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ecosurfi lança a campanha no rádio pela proteção dos Recursos Hídricos


Durante os próximos nove meses será veiculado na rádio Joven Pan / Santos campanha de conscientização pública sobre o uso racional da água

Buscando contribuir com a gestão responsável dos recursos hídricos na Baixada Santista, a ONG Ecosurfi lança a campanha, “A Onda é Água Limpa”, que tem como objetivo estimular a reflexão na população, sobre a importância que a preservação da água e a proteção dos mananciais devem ter no cotidiano das pessoas.

Sendo a “Vida” o bem mais precioso, e a água a sua mantenedora, ela é vital para todas as espécies vivas em seus processos biológicos. Ocupando 97,3% da superfície terrestre, onde dessa porcentagem apenas 3% são de água doce, e desse percentual temos 0,3% que está ao nosso alcance e são próprios para o consumo animal, e se localizam em rios, lagos, nascentes e lençóis freáticos, a água doce é um recurso natural finito e hoje em dia se encontra em estado preocupante de preservação.

A Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), é composta por 09 municípios (Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá, Cubatão e Bertioga), e possui a segunda maior Bacia Hidrográfica litorânea do estado de São Paulo, a qual garante oabastecimento de água potável para cerca de 1,6 milhões de habitantes que ocupam esse território.

Para atacar o problema da falta de conhecimento sobre o uso responsável da água, a campanha “A Onda é Água Limpa” foi elaborada como meio de sensibilizar as populações locais para a defesa dos mananciais da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista. Ela surge como uma estratégia comunicacional para disseminar informações em massa à sociedade, mobilizando a opinião pública para um assunto tão importante como a gestão sustentável da água.

As ações, “A Onda é Água Limpa”, serão desenvolvidas por meio de uma programação radiofônica, a qual levará através de mensagens (spots) veiculadas pela Rádio Joven Pan/Santos, informações sobre os cinco eixos de atuação da proposta: Uso múltiplo da água; Recursos hídricos e saúde pública; Água e o futuro; Consumo consciente; e Água e o desenvolvimento.

Utilizando do grande alcance e capilaridade social da radiodifusão, a campanha enfatiza a imediata necessidade de conservação da água como ato imprescindível para a garantia da qualidade de vida das presentes e futuras gerações. Todas as mensagens têm como foco norteador informar e formar a opinião critica nos beneficiários da água.

Segunda fase
Na segunda etapa da campanha acontecerão as atividades que identificarão os resultados preliminares da veiculação das peças comunicativas (spots) junto ao público.

Por meio de pedágios com agentes socioambientais da Ecosurfi, será aplicada uma pesquisa de opinião entre a população nas 09 cidades da RMBS. As pesquisas irão ter como metas identificar se houve audiência por parte do público, o nível e a qualidade de informações dos munícipes sobre gestão sustentável da água e se esse formato de campanha é importante como meio de esclarecimento sobre esse assunto em especifico.

A campanha “A Onda é Água Limpa” conta com financiamento do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) do Governo do Estado de São Paulo. E tem parceria da Comissão Especial de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE/ED-CBH/BS), do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

Para saber mais sobre a campanha acesse: A Onda é Água Limpa

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

PROJETO CUIDÁGUA NA ESCOLA TRANSFORMA ESCOLAS EM PROL DA SUSTENTABILIDADE DE UBATUBA

A ONG ASSU (Associação Somos Ubatuba) iniciou no último sábado os MUTIRÕES DE EXPERIMENTAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE na Escola Municipal Maria Josefina (Estufa dois – Ubatuba), uma das atividades do Projeto Cuidágua na Escola financiado pelo FEHIDRO.

As escolas Nativa Fernandes do Sertão da Quina e Iberê Ananias de Picinguaba são foco das ações do Projeto Cuidágua na Escola e alvos de melhorias em seu sistema hídrico e de difusão de práticas sustentáveis e atitudes cotidianas de cuidado com as águas.



O primeiro MUTIRÃO realizou sonhos da comunidade escolar, além de possibilitar o aprendizado de “ecotécnicas” e promover o espírito de trabalho em equipe entre a direção, professores, funcionários, mães, pais e alunos.

“Eu tinha o sonho de fazer um painel sobre a água acima do bebedouro. Quando temos uma boa intenção, o universo conspira a nosso favor’”, disse Rosemeire, bibliotecária da escola.

“Muitos se interessaram pela captação de água da chuva. Um pai de aluno animou-se em aplicar a “ecotécnica” em sua casa”, comenta o coordenador da atividade, o oceanólogo e mestre em desenvolvimento e meio ambiente, Henrique Luís de Almeida.



As intervenções realizadas foram: Troca da válvula de descarga do
mictório; instalação de duas cisternas de 500 litros com filtro, para captação de água da chuva e sua utilização na limpeza do pátio; construção de drenos das calhas do telhado para um círculo de bananeiras, plantado nas áreas alagáveis da escola; pintura do ciclo da água em uma das paredes; decoração de banheiros com pintura, vasos e saboneteiras de PET; colocação de tampas nos vasos sanitários; pintura de um jogo eco-cooperativo sobre consumo e desperdício de água; elaboração de um aquecedor solar de baixo custo construído com embalagens de PET e Tetrapac; conserto de vazamentos e a construção de um degrau de madeira para facilitar o acesso das crianças ao bebedor e pias dos banheiros.



Ainda serão trocadas torneiras por modelos de acionamento automático que impedirão o desperdício de água, estas obtidas graças ao da Secretaria Municipal de Educação.

Os resultados positivos serão potencializados pelos Eventos Regionais em março de 2010, já que estarão presentes representantes de todas as escolas da rede para conhecer as experiências realizadas.

A coordenadora geral do Projeto Cuidágua Escola, Maria Luiza Camargo complementa: “Além disso, estamos finalizando o Guia Cuidágua na Escola que prima por auxiliar as escolas em seu caminho à sustentabilidade, estimulando o uso das intervenções enquanto prática pedagógica".

O Projeto Cuidágua na Escola é uma iniciativa da ASSU (Associação sócio-ambientalista Somos Ubatuba) financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) em parceria com as Secretarias Municipais de Educação de Meio ambiente e de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Instituto Argonauta, Aquário de Ubatuba e apoio da Fundação Pró-Tamar e SOS Mata Atlântica.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Creative Commons License
Ecobservatório by João Malavolta is licensed under a Creative Commons.